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PROJETO DE PESQUISA

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Aqui você encontrará o seguinte:

projeto de pesquisa
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Planejamento versus Plano

plano de pesquisa é uma parte de um modelo de projeto de pesquisa

Um projeto é constituído por diversos planos

Etapas para elaboração de um projeto de pesquisa

  1. Estudos preliminares
  2. Anteprojeto
  3. Projeto final ou definitivo
  4. Montagem e execução
  5. Funcionamento normal

Mais dicas neste link: etapas do projeto de pesquisa

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Etapas normalmente contempladas pela assessoria:

  • Definição do tema
  • Definição da estrutura do trabalho
  • Pesquisa de conteúdo bibliográfico
  • Fichamento
  • Paráfrase do texto
  • Formatação ABNT, APA, Vancouver ou específica
  • Tabulação de dados (quando há pesquisa de campo)
  • Análise estatística;
  • Revisão de português;
  • Diagnóstico e correção de plágio
  • Apresentações PowerPoint
  • entre outros…

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Como elaborar um modelo de projeto de pesquisa

Um projeto de pesquisa serve essencialmente para responder às seguintes questões:

  • O que fazer?
  • Por quê, para quê e para quem fazer?
  • Onde fazer? Como? Com quê? Quanto? Quando?
  • Com quanto fazer e como pagar?
  • Quem vai fazer?

Modelo de projeto TCC para download

Pontos fundamentais de um modelo de projeto de pesquisa

O que fazer no projeto de pesquisa?

Planos da natureza e formulação do problema e do enunciado das hipóteses.

  1. Formular o problema
  2. Enunciar as hipóteses
  3. Definir os termos do problema e das hipóteses
  4. Estabelecer as bases teóricas: relação existente entre a teoria, a formulação do problema e enunciado das hipóteses
  5. Consequências para o fato real ou para a teoria se as hipóteses forem aceitas ou, ao contrário, se forem refutadas

Veja também: Etapas do projeto de pesquisa TCC

POR QUÊ? (Justificativa das pesquisa do TCC)

Planos dos objetivos e da justificativa da pesquisa.

Motivos que justificam a pesquisa:

  • Motivos de ordem teórica
  • Motivos de ordem prática
  1. PARA QUÊ? Objetivos gerais do projeto de pesquisa
  2. PARA QUEM? Objetivos específicos do projeto de pesquisa
    1. População amostragem
    2. Controle das variáveis
    3. Instrumento de pesquisa
    4. Técnicas estatísticas
    5. Cronograma
    6. ONDE? COMO FAZER? => Campo da observação

Definir, de modo geral, o que se pretende alcançar com a execução da pesquisa (visão global e abrangente).

Fazer aplicação dos objetivos gerais a situações particulares.

ONDE FAZER? COMO? COM QUÊ? QUANTO? QUANDO?

Plano do experimento:

Descrever o campo de observação e suas unidades de observação e variáveis que interessam à pesquisa:

  • População com suas características
  • Se for utilizar amostra, justificar, dando os motivos, e apresentar o modo como a amostra será selecionada e suas características
  • Local
  • Unidades de observação relevantes para a pesquisa
  • Quais as variáveis que serão controladas, qual o plano de experimento que será utilizado
  1. CОM QUÊ? Instrumento de pesquisa
  • Descrever o instrumento de pesquisa que vai ser utilizado
  • Que informações se pretende obter com eles
  • Como o instrumento será usado ou aplicado para obter informações
  1. QUANTO? Utilização de técnicas (provas) estatísticas
  • Quais as hipóteses estatísticas enunciadas
  • Como os dados obtidos serão codificados
  • Que tabelas serão feitas e como serão feitas
  • Que técnicas estatísticas serão utilizadas para verificar as hipóteses
  • Em que nível de significância
  • Previsão sobre interpretação dos dados
  1. QUANDO? Cronograma

Definir o tempo que será necessário para executar o projeto, isto é, para realizar a pesquisa, dividindo o processo em etapas e indicando que tempo é necessário para a realização de cada etapa.

  1. CОM QUANTO FAZER Е COMO PAGAR?

Planos dos custos da pesquisa Þ Prever os gastos que serão feitos com a realização da pesquisa, especificando cada um deles.

  1. QUEM VAІ FAZER?

Plano do pessoal responsável pela pesquisa.

  1. Coordenador da pesquisa e/ou pessoal responsável pela mesma
  2. Entidades co-participantes, se for o caso
  3. Participantes de nível técnico
  4. Pessoal auxiliar

O PROBLEMA NO PROJETO DE PESQUISA

Toda pesquisa científica começa pela formulação de um problema e tem por objetivo buscar a solução do mesmo e, geralmente é apresentado na forma de proposição interrogativa.

A hipótese é uma solução provisória que se dá ao problema.

Tema do Projeto de Pesquisa

O tema do pré projeto deve ser;

  • “Concreto”;
  • Determinado;
  • Preciso;
  • De forma bem caracterizada; e
  • Com limites bem definidos.

Para transformar um assunto geral em um tema, devemos:

  • Observar a realidade, de maneira cuidadosa e persistente, no âmbito do assunto que pretendemos pesquisar;
  • Livros;
  • Obras especializadas;
  • Periódicos;
  • Pessoas entendidas ou interessadas no assunto;
  • Etc..

Um tema estará adequadamente definido quando seu campo de observação estiver bem descrito, com suas respectivas unidades de observação e variáveis.

Campo de observação no projeto de pesquisa do TCC

Para que o campo de observação esteja bem descrito, devem ser especificados:

  • população  => a quem observar
  • local  => onde a população será observada
  • as circunstâncias => quando a população será observada

Precisamos definir, ainda, com relação ao “campo”:

As unidades de observação

  • quanto à população;
  • quanto ao local;
  • quanto às circunstâncias

As variáveis relevantes

  • quanto à população;
  • quanto ao local;
  • quanto às circunstâncias

“Definidos todos os elementos do campo de observação, com suas respectivas unidades de observação e  variáveis relevantes para a pesquisa, podemos enunciar o tema.”

“O trabalho de definir o tema perdura durante toda a pesquisa, sendo freqüentemente revisto, e o seu enunciado final servirá, provavelmente, como título do relatório da referida pesquisa, apresentando de forma sintética, resumida, mas abrangente e compreensiva, todo o assunto que nela será tratado.

Motivação para definição de um tema de pesquisa no TCC:

  • Curiosidade intelectual;
  • Desejo de ampliar o conhecimento científico;
  • Tentativa de resolver uma questão de ordem prática;
  • Ganho financeiro;
  • Etc..

        Uma simples ideia não é suficiente para começar imediatamente uma pesquisa. Mas é necessário enunciar o tema e, depois disto, formular o problema, levantar as hipóteses e tudo o mais, como pede o método científico.

A Formulação do Problema no projeto de pesquisa

“Formular um problema consiste em dizer, de maneira explícita, clara, compreensível e operacional, qual a dificuldade, com a qual nos defrontaremos e pretendemos resolver, limitando o seu campo e apresentando suas características.”

Na formulação do problema devemos, ainda:

  1. Enunciar uma questão cujo melhor modo de solução seja uma pesquisa;
  2. Apresentar uma questão que possa ser resolvida por processos científicos;
  3. Ser factível, tanto com relação à competência do pesquisador quanto à disponibilidade de
    1. Este problema pode realmente ser resolvido pelo processo de pesquisa científica?
    2. O problema é suficientemente relevante a ponto de justificar que a pesquisa seja feita?
    3. Tenho a necessária competência para planejar e executar um estudo deste tipo?
    4. Os dados, que a pesquisa exige, podem realmente ser obtidos?
    5. Há recursos financeiros disponíveis para a realização da pesquisa?

Critérios para avaliar se o problema da pesquisa foi bem formulado, segundo Best:

  1. Trata-se realmente de um problema original?
  2. A pesquisa é factível?
  3. Ainda que seja “bom”, o problema é adequado para mim?
  4. Pode-se chegar a uma conclusão valiosa?
  5. Terei tempo de terminar o projeto?
  6. Serei persistente?

Tema => proposição mais abrangente

Formulação do problema => proposição mais específica

Tema => Formulação do problema

Enunciado das Hipóteses do TCC

O enunciado das hipóteses vem logo após a formulação do problema.

Hipótese => é uma tentativa que se faz para explicar o que se desconhece. É uma suposição provisória e deverá ser testada para verificar sua validade.

        A hipótese da pesquisa é uma suposição objetiva e não uma mera opinião; precisa ter bases sólidas, assentadas e garantidas por “boas” Teorias e por matérias-primas consistentes da realidade observável e, portanto, não pode ter “fundamento incerto”.

        Quando formulamos uma hipótese tentamos preencher uma lacuna de conhecimento e tentamos definir procedimentos para solucioná-lo, ou seja, buscar a “verdadeira solução”.

Critérios para definição das hipóteses:

  1. Plausível=> deve indicar uma situação possível de ser admitida, de ser aceita;
  2. Consistente=> a hipótese não está em contradição com a teoria e nem com o conhecimento científico mais amplo;
  3. Específica=>deve conter as características para identificar o que deve ser observado;
  4. Verificável=>a hipótese deve ser verificável pelos processos científicos;
  5. Clara=> o enunciado da hipótese deve ser constituído por termos que ajudem a compreender o que se pretende afirmar;
  6. Simples=> o enunciado da hipótese deve ter todos os termos e somente os termos que são necessários à compreensão;
  7. Econômica=> a economia do enunciado refere-se à simplicidade e na menor quantidade possível de termos;
  8. Explicativa=>se a hipótese não explica o problema ela não tem razão de
    1. Uma única variável;
    2. Por duas ou mais  variáveis, relacionadas entre si, mas sem vínculo de causalidade;
    3. Por duas ou mais variáveis, relacionadas com vínculo de

Uma hipótese não é enunciada em forma interrogativa e nem em forma condicional, mas é uma afirmação (provisória) que se faz.

A Hipótese Estatística

Para verificarmos uma hipóteses devemos obter informações na realidade empírica, através da coleta de dados.

Com as informações levantadas precisamos verificar se comprovam ou não as hipóteses enunciadas e, para tanto, é necessário o auxílio de procedimentos estatísticos. Se o pesquisador não é Estatístico deve recorrer a um deles.

“Quando são necessários a orientação e colaboração do perito em estatística, este deve ser procurado logo no início da elaboração do projeto, isto é, desde a formulação do problema ou, talvez, antes, para definir que participação terá tanto na elaboração do projeto como na execução da pesquisa, se for o caso.”

        A utilização da Estatística é meio: não se deve confundir pesquisa com estatística, esta é um recurso indispensável para a pesquisa.

A estatística nos dirá se os resultados obtidos, a partir das informações colhidas, são significativos ou meramente fruto acaso. Ajuda-nos, portanto, a termos confiança na decisão sobre os resultados, mas não explica nem como estes foram alcançados e nem quais as suas causas, pois estas questões devem ser respondidas pelo processo da pesquisa e não pela estatística. Para  a estatística nos ajudar, é necessário que as hipóteses sejam enunciadas com exatidão e apresentadas na forma de linguagem numérica.

HIPÓTESE DA PESQUISA ≠ HIPÓTESES ESTATÍSTICA

Geralmente a hipótese estatística não é mais do que a primeira “traduzida” em linguagem matemática.

COLETA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

COLETA DЕ DADOS

Processo de obter informações da realidade

ANÁLISE Е INTERPRETAÇÃO DОS DADOS

Processo de analisar e interpretar as informações obtidas

Coleta de Dados (Etapas):

  • Elaboração do instrumento de pesquisa
  • Teste do instrumento de pesquisa
  • Seleção e treinamento de pesquisadores
  • Coleta de dados propriamente dita
  • Crítica das informações obtidas

O INSTRUMENTO DE PESQUISA

Os instrumentos mais úteis são aqueles que além de assinalar a presença ou a ausência de um fenômeno, são capazes de quantificá-los, dando-nos uma medida sobre o mesmo.

Tipos mais importantes (ou mais utilizados):

  • questionário
  • entrevista
    • Questionário   =>conjunto de perguntas entregues por escrito ao informante e por eles respondidas, também por escrito;
    • Entrevista        =>as perguntas são feitas oralmente e registradas pelo próprio entrevistador.
    • Validade           =>um instrumento é válido quando mede o que se pretende medir;
    • Fidedignidade   =>quando aplicado a amostras de tamanho n de uma mesma população, oferece consistentemente os mesmos resultados.

ELABORAÇÃO DO INSTRUMENTO DE PESQUISA

Formulário=> conjunto de questões, enunciadas como perguntas, de forma organizada e sistemática, tendo como objetivo alcançar determinadas informações.

Tipo de perguntas:

  • Abertas      =>em geral utilizadas no questionário;
  • Fechadas   =>mais aplicadas à entrevistas.

Perguntas fechadas:

  • As possíveis respostas são definidas anteriormente;
  • Em geral assinala-se apenas uma respostas (em alguns casos podem ser duas, três, etc. respostas);
  • Deve-se indicar o modo como o informante deve assinalar as respostas.

Perguntas abertas:

  • Permitem a livre resposta do informante.
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  • Pesquisa de conteúdo bibliográfico
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  • Análise estatística;
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COLETA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

  1. Cada item deve conter apenas uma pergunta;
  2. Não colocar alternativas inadequadas nas perguntas fechadas;
  3. A formulação da pergunta não deve ser equívoca;
  4. Quando o termo no formulário corre o perigo de não ser entendido deve ser explicado;
  5. Deve-se evitar perguntas tendenciosas, isto é, que orientem a
  6. Quanto à entrevista:
  • Deve-se insistir em um contato inicial para motivar e preparar o informante;
  • Caso a pergunta não seja compreendida, deve ser repetida e, se necessário, de forma diferente;
  • Dar tempo suficiente para que o informante reflita e responda às perguntas com tranqüilidade;
  • Quando estiver registrando as respostas, cuidar para que isto não iniba o informante e nem corte seu pensamento;
  • No caso das anotações serem feitas após a entrevista, é necessário que o entrevistador tenha uma boa memória e cuidados para não distorcer as respostas.
  • Eleitorais
  • De mercado
    • testar o instrumento de pesquisa;
    • realizar a seleção e treinamento de pesquisadores
    • Verificar a adeqüabilidade da linguagem utilizada (conceitos, objetividade das questões, etc.);
    • Estimar o tempo de aplicação do formulário, visando a definição do número de pesquisadores necessários à coleta;
    • Identificar questões que estejam faltando com relação à realidade pesquisada;
    • Identificar duplicidade de questões ou questões desnecessárias;
      • Interesse na área da pesquisa =>maior motivação por parte do pesquisador;
      • Boa caligrafia;
      • Disponibilidade de tempo;
      • Responsabilidade;
      • Paciência;
      • Educação;
      • Aos objetivos da pesquisa;
      • O que cada questão procura medir;
      • A forma de preenchimento do questionário;
      • A adeqüabilidade da linguagem;
      • Esclarecer o informante sobre os objetivos da pesquisa e o sigilo das informações;
      • Ao vestuário no momento da coleta dos dados.

COLETA DE DADOS (propriamente dita)

Para que a coleta seja objetiva e eficiente devemos:

  • Ter uma ou duas pessoas (a depender da quantidade de formulários) que devem ficar responsáveis pela distribuição dos formulários entre os pesquisadores e a recepção dos mesmos, de modo que não ocorra duplicidade no contao com o informante;
  • A coleta deve ser realizada por áreas e cada pesquisador deve ficar responsável por uma. Isto facilita o controle dos formulários e dos pesquisadores.
  • Por amostragem, devemos checar se as informações coletadas são verídicas, isto é, se os pesquisadores estão realmente realizando a coleta de dados (se não estão inventando as respostas).
    • No próprio instrumento de pesquisa – colocar questões que sirvam de controle a questões chaves.
    • Na coleta de dados – o pesquisador deve ser treinado para ter uma visão crítica das respostas (verificar se não há contradição nas respostas).
    • No retorno dos formulários – devem existir pessoas no escritório responsáveis pela análise crítica dos formulários. Identificada alguma dúvida, o pesquisador deve ser contatado e, se necessário, o
    • Crítica eletrônica dos dados – programa de apuração dos dados pode ter, no seu contexto, alguns critérios de verificação das respostas. Quando esses critérios não forem satisfeitos, o formulário deve ser verificado junto ao pesquisador e/ou informante.

CLASSIFICAÇÃO DOS DADOS

        Dividir o todo (universo) em partes, dando ordem às partes e colocando cada uma em seu lugar.

Normas de classificação:

  1. Definir em classes ou categorias
  2. Na mesma questão não pode haver mais de um critério
  3. As categorias em que a população ou universo é dividido devem abranger cada um dos elementos, pertencentes ao universo, sem deixar nenhum de
  4. A classificação deve ser constituída por categorias que se excluam mutuamente.

Exemplo:

Critérios: sexo; idade, tempo de permanência em Salvador

 

Classes ou categorias:

Sexo:       Feminino e masculino

Tempo de permanência: há uma semana ou menos de uma semana; mais de uma semana a menos de 15 dias; 15 dias a menos de um mês; um mês ou mais

Meio de transporte: automóvel; ônibus; trem; avião; barco/navio; outros meio de transporte

Exemplo: Turistas do sexo masculino ou feminino, há uma semana ou menos de uma semana em Salvador

Exemplo: Estado civil não pode ser subdividido apenas em casado e solteiro

Exemplo: Tempo de permanência:

  • há uma semana ou menos de uma semana;
  • mais de uma semana a menos de 15 dias;
  • 15 dias a menos de um mês;
  • um mês ou mais
  1. A classificação não deve ser demasiadamente minuciosa.

TABULAÇÃO

        A tabulação pode ser: manual e mecânica.

        Atualmente trabalha-se praticamente com o apoio do computador para elaborar a tabulação mecânica, utilizando gerenciador de banco de dados ou um programa estatístico.

        Tabular consiste, manual ou mecanicamente, em elaborar uma tabela de modo que nas colunas sejam explicitadas as variáveis e nas linhas são registrados os resultados referentes a cada caso observado, para as diversas variáveis.

Supondo que cada indivíduo seja um caso e estamos observando n variáveis para t indivíduos, temos:

 

Variável 1

Variável 2

Variável 3

Variável n

Indivíduo 1

 

 

 

 

 

Indivíduo 2

 

 

 

 

 

Indivíduo 3

 

 

 

 

 

……..

 

 

 

 

 

Indivíduo t

 

 

 

 

 

ANÁLISE DOS DADOS

        Trata-se da análise estatística dos dados que visa verificar o que os dados significam para a pesquisa. A análise dos dados permite, resumidamente:

  1. Caracterizar o que é típico no grupo
  2. Indicar até que ponto variam os indivíduos no grupo
  3. Mostrar outros aspectos da maneira pela qual os indivíduos se distribuem em relação à variável que está sendo medida.
  4. Mostrar a relação entre si das diferentes variáveis.
  5. Descrever as diferenças entre dois ou mais grupos de indivíduos.

Estatisticamente: Obter alguma indicação sobre a tendência central (média, moda, mediana).

Estatisticamente: Determinar as medidas de variabilidade ou de dispersão (amplitude total, desvio quartil, desvio padrão, variância, coeficiente de variação, etc.).

Estatisticamente: Identificar a distribuição de probabilidade  variável (Normal, Binomial, etc.).

Estatisticamente: Existem vários métodos estatísticos para verificar a relação entre as variáveis, porém nenhum deles permite verificar uma relação causal.

Estatisticamente: Trata-se de um caso especial em que se mostra a relação entre duas variáveis. Entretanto, podem-se incluir comparações de medidas de variação dentro dos grupos ou de relação entre variáveis nos dois grupos.

INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

        Consiste em expressar o verdadeiro significado do material, que se apresenta em termos dos propósitos do estudo a que se dedicou.

        O pesquisador fará as ilações que a lógica lhe permitir e aconselhar, procederá às comparações pertinentes e, na base dos resultados alcançados, enunciará novos princípios e fará as generalizações apropriadas.

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